Reformas na política brasileira: Seis passos para começarmos a pensar uma mudança efetiva e virtuosa

Reformas na política brasileira: Seis passos para começarmos a pensar uma mudança efetiva e virtuosa 
Por Cristiano das Neves Bodart
A Política brasileira vem se mostrando estar em estado crítico e a sociedade desacreditando  cada vez mais nela e nos seus “representantes”. 
Certa vez [não tenho certeza da veracidade dessa história, mas nos ajuda a refletir sobre questões reais], Karl Max se deparou, ainda em sua juventude, com um pergunta que deveria ser desenvolvida como uma redação. A pergunta era: qual a melhor profissão do mundo? Sua resposta, grosso modo foi: aquela que pode fazer o maior número de pessoas felizes. Não tenho conhecimento de qual profissão Marx estaria se referindo, mas me veio à mente a política. Essa que hoje é diabolizada pela maioria das pessoas deveria ser àquela a fazer o maior número de pessoas felizes. No entanto, no Brasil a política e a profissão política carece de profundas mudanças. pensando nisso, dou início a alguns apontamentos iniciais em torno dessa necessidade de mundanças. Apresento a seguir:
1. Maior democratização da competição política entre os partidos (todos terem espaços e recursos próximos para concorrer, variando pouco pelo número de representantes eleitos no último pleito e pelo número de filiados);
1.1. Inclui-se aqui o número panfletos, reuniões, carros de som e qualquer outro tipo de marketing político [padronização na intensidade do marketing];
2 – Financiamento público das campanhas com teto de gastos e distribuídos a partir da mesma lógica do item 1; 
3 – Fim de reeleição para todos os cargos do executivo e do legislativo em todas as esferas federativa;
4 – Vetada a ocupação de cargo eletivo por dois mandatos seguidos, ainda que em esferas e cargos diferentes, sendo exigido afastamento mínimo de 1 ano antes de novo pleito, como ocorre na contração de profissionais temporários na esfera federal. 
5 – Reestruturação dos salários do executivo e do legislativo (o candidato eleito receberia como salário a média salarial de sua profissão de origem, não considerado cargos de confiança/indicação política. Em caso de não possuir formação profissional receberá a média de seu salário secular dos últimos 4 anos; 
5.1. Em caso de ter ocupado cargos eletivos nos últimos anos, contar-se-á sua experiência profissional entres do mandato, sendo o salário corrigido de acordo com a correção vigente da categoria;
5.2. Em caso de nunca ter exercido outra atividade profissional, receberá o salário mínimo nacional vigente.
6 – Crime de corrupção envolvendo dinheiro público passar a ser crime hediondo e motivo de ilegibilidade para cargos públicos eletivos, seletivos e efetivos, assim como não podendo prestar serviços diretos ou indiretos ao poder público.
Concorda que precisamos repensar nossa política? Compartilhe e dê sua opinião. É ativamente que construiremos novas saídas. É caminhando que se construí o caminho quando esse ainda não existe.
Cristiano Bodart Bodart

Graduado em Ciências Sociais, doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo/USP.

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  1. oliver2201
    agosto 31, 16:50 oliver2201

    Desculpe a minha falta de informação, mas e a quebra de sigilo bancário dos funcionários do Judiciário, pelo CNJ ? Será que empresas corrompem e são corrompidas, apenas na esfera do executivo e legislativo?

    reply Reply this comment
  2. youtube Filmes
    setembro 02, 21:57 youtube Filmes

    Uma efetivas seria bom d mais, por isso q elas não acontecem

    http://assistirfilmesonline3.com.br/

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    reply Reply this comment
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