Caio dos Santos Tavares
Caio dos Santos Tavares

Ciganos no Brasil

Caio dos Santos Tavares[1]

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Questões étnico-raciais nas aulas de sociologiaA invisibilização dos ciganos ainda segue vigente na sociedade brasileira. O último levantamento oficial dessa população foi no Censo (IBGE, 2010). Na época, foram registrados 800 mil ciganos no país. Além disso, não há levantamentos específicos atualizados sobre o número total de ciganos, sua distribuição geográfica no país, a renda, a faixa etária, o gênero etc. A própria área de pesquisa sobre os povos ciganos ainda carece de maior interesse por parte dos acadêmicos, apesar do aumento de quantidade de trabalhos nos últimos anos. A consequência disso é que a carência de informações colabora com a vulnerabilidade social desse grupo, na medida em que a elaboração de políticas públicas que atendam às necessidades específicas e à avaliação do impacto das ações de inclusão são distantes para a realidade dessa população.

Buscando alterar esse cenário, em 2024 o Ministério da Igualdade Racial (MIR), lançou o Plano Nacional de Políticas para Povos Ciganos, estruturado em dois eixos: I) Direitos sociais e cidadania; II) Inclusão produtiva, econômica e cultural. Com ações previstas de 2024 a 2027, envolve medidas intersetoriais para a garantia de direitos, promovendo visibilidade à cultura dos povos ciganos.

A despeito dessa iniciativa, o que veremos neste texto é que historicamente a população cigana foi perseguida nas mais diversas formas, tendo que resistir e se adaptar aos lugares em que tentaram obter melhores condições de vida. A seguir, buscaremos oferecer visibilidade às contribuições dos ciganos para a cultura brasileira e também oferecer dicas que possibilitam ensinar, nas aulas de Sociologia, a cultura do povo cigano e a contribuição na formação do Brasil para desfazer preconceitos na escola.

A luta e resistência dos povos ciganos

Não existe consenso sobre a origem dos ciganos. O antropólogo Frans Moonen (2011) postula que a explicação mais aceita é que eles são oriundos da Índia, considerando a semelhança da língua hindi e do sânscrito, e também por causa das características físicas e hábitos cotidianos. Essa região foi marcada por conflitos, ocasionando a expulsão dos ciganos de suas terras e fazendo com que virassem um povo nômade.

Os ciganos se dividem em Rom, Sintó e Calons. Entre o século XII e XV, chegaram à Europa Ocidental. Devido ao choque cultural entre os ciganos e as sociedades estabelecidas desde o princípio, os ciganos foram marginalizados e discriminados. Como estratégia de sobrevivência, esse grupo assumiu um estilo de vida itinerante em virtude da busca por condições melhores financeiras e buscaram adaptação a situações de perseguição ou discriminação.

No século XVI, os primeiros ciganos da etnia Calon chegaram ao Brasil alguns de forma voluntária, outros deportados de Portugal, devido à perseguição feita durante a Santa Inquisição pela Igreja Católica, que incentivou os reinos absolutistas europeus ao banimento e ao exílio impostos sistematicamente aos ciganos para colônias na África e na América. No século XIX, foi a vez dos Rom e dos Sinti.

Moonen (2011) destaca que desde o início do século XV eles sofreram com a estigmatização, sendo violentamente perseguidos e exterminados. O termo “cigano” chegou a ser considerado um xingamento e sinônimo de criminoso. A própria Coroa Portuguesa, em 1686, impôs a expulsão dos ciganos do Rio de Janeiro para outras províncias. Diante disso, várias leis de câmaras municipais foram criadas proibindo manter seus modos de vida. Em caso de não cumprimento, eram expulsos assim que chegavam a um novo local, impossibilitando a integração e a sedentarização.

Essa política anticigana tem a finalidade de criminalizar práticas relacionadas ao modo de vida cigano. Portanto, para ser considerado “cidadão” pelo “Estado-nação” eles teriam que viver em um único lugar, abandonando representações sociais atribuídas à “identidade cigana”. Esses dispositivos legais acabam descaracterizando os ciganos como um grupo social portador de uma tradição cultural, original e autêntica. Como resultado dessas políticas de exclusão e perseguição, diversos grupos se movimentaram constantemente entre diferentes localidades em busca de melhores oportunidades de vida e integração social.

Segundo Ioana Vrabiescu (2013), a construção do mito “nômade cigano” surge a partir dos séculos XIII e XV. Esse discurso foi criado na emergência dos Estados-nação modernos como uma forma de caracterizar o “cigano” como o “outro”. Associados ao nomadismo, eles teriam um estilo de vida socialmente improdutivo, sendo visto como estrangeiro, na medida em que o pertencimento territorial tende a ser tomado como núcleo da identidade coletiva. Ferrari (2006) indica que o sistema classificatório ocidental estabelece que os ciganos são estrangeiros, reforçando sua posição de estranho, acarretando desconfiança na relação.

A partir do olhar eurocêntrico, “ser cigano” distancia-se da concepção moderna de “cidadania”, na medida em que, associados ao “nomadismo”, são considerados como pessoas que não aceitam se submeter à norma de um Estado sendo beneficiário de direitos e assumindo os deveres.

A vida itinerante que marca a história dos povos ciganos aconteceu por causa de alguns fatores:

  1. a) Perseguições e discriminação: forçando o deslocamento constante;
  2. b) Economia e comércio: muitos ciganos vivem do comércio, como produtos de segunda mão, leitura de cartas e mão, circo. A mobilidade pode ser vista como uma estratégia para encontrar clientes em diferentes regiões;
  3. c) Manutenção de tradições ancestrais: a vida nômade é uma tradição valorizada por muitos ciganos, vista como uma forma de viver com liberdade e independência.

A vida nômade não é a única forma de organização social, já que os ciganos não são um grupo homogêneo. Muitos acabaram se adaptando à vida sedentária, integrando-se às sociedades locais.

Devemos considerar que existem diferentes etnias ciganas com suas próprias tradições, costumes e estilos de vida. Atualmente existem no Brasil três grupos ciganos: os Rom, os Sinti e os Calón. Cada grupo possui língua e costumes próprios. Dentro de cada grupo ainda é possível existir subgrupos. Sendo assim, o correto é denominá-los como povos ciganos.

Os Calón são o grupo com maior presença no Brasil, A etnicidade do grupo Calon é influenciada por sua passagem na Índia, Portugal, Espanha, Turquia e Grécia. Em sua maioria os Calon vivem em terrenos cedidos ou ocupados, tais acampamentos estão localizados nas periferias, próximo de estações ou terminais de ônibus devido ao fluxo intenso de pessoas. Existe uma divisão de gênero no trabalho, os homens no ambiente urbano desenvolvem atividades no comércio informal como compra e venda de ferramentas, carros e aparelhos eletrônicos, os que vivem na vida rural são criadores de animais como galinhas, porcos etc. Já as mulheres fazem a leitura da “draba” (leitura de mão) nos centros urbanos, no geral usam roupas coloridas e com desenhos. Na linguagem, embora a língua portuguesa seja utilizada, ciganos calon, também usam o caló, um dialeto de origem romani. Dentro de um contexto de marginalização e invisibilidade social, a tradição oral é uma forma de manutenção da memória coletiva, mediante a transmissão dos valores culturais entre os ciganos.

Hall (2014) indica que a identidade é construída por meio do conhecimento que um indivíduo ou grupo social tem sobre a sua cultura e também da participação em outras culturas, permitindo o estabelecimento de uma identidade, resultando na formação de identidades complexas e fluidas. Nesse sentido, a construção da identidade cigana ocorre em relação aos “não ciganos”. Essa relação é estruturada de forma desigual aos bens sociais. A identidade cigana ou não cigana significa delimitar fronteiras, fazer distinções entre o que fica dentro e o que fica fora. No caso dos ciganos, essa fronteira é de pouca espessura, já que eles são tratados como “sujeitos” de lugar algum, por estarem em vários lugares com pouco enraizamento cultural, vistos como uma população sem origem, sem raízes e selvagens.

A limitação das “fronteiras” sociais entre ciganos e não ciganos, são geralmente caracterizados por representações negativas atribuídas aos ciganos, associados a traços entendidos como desviantes (de que “não trabalham”, “são sujos”, “são violentos e agressivos”, etc.). Tais representações acentuam as diferenças, gerando conflitos entre ciganos e não ciganos.

Apesar de existirem diferentes etnias ciganas no Brasil, a cultura cigana é representada por uma única identidade. Você, leitor, quando pensa em ciganos, qual representação vem em sua cabeça? No imaginário popular, no geral, os ciganos são reconhecidos como pessoas que usam roupas coloridas, dançam músicas animadas e moram em uma tenda. Nesse sentido, de forma estereotipada são considerados “ciganos de verdade” aqueles que possuem o estilo de vida nômade, morando em tendas e viajando. Logo, os ciganos que possuem moradias fixas não são considerados povos tradicionais, o resultado disso os ciganos são desintegrados da comunidade e têm dificuldades de terem direitos reconhecidos a políticas públicas, tanto gerais quanto específicas.

Essa construção reduz os “ciganos” a uma única forma de expressão cultural. Ainda que esse estereótipo prejudique os povos ciganos, ele também é usado como forma de resistência, nos moldes como Spivak (1987) chama de “essencialismo estratégico” quando os grupos dominados mobilizam esses elementos culturais a fim de potencializar a ação política nos diferentes espaços de interlocução com a burocracia estatal, visando delimitar a diferença entre os “ciganos” e os “não ciganos”, manejando determinados signos culturais como as línguas, as vestimentas, as danças e as músicas, por exemplo, que são estratégias mobilizadas para se afirmarem como tais perante os “não ciganos”. Por essa ótica, os “ciganos” assumem o papel de atores políticos que planejam e organizam ações por meio de interpretações próprias das expectativas impostas sobre e para eles. Salientamos que esse recurso político circunstancial e não significa aceitar ou reforçar estereótipos de modo acrítico

Poutignat e Streiff-Fenar (2011) indicam que grupos étnicos, como os “ciganos”, são formados de acordo com as diferenças culturais, que são consequência das relações sociais com os “não ciganos”, que determinam a manutenção das fronteiras étnicas. Nesse sentido, a identidade é formada a partir da afirmação de nós diante dos outros. A construção da identidade não acontece de forma isolada, mas mediante a oposição com o outro.

Dicas para ensinar sobre os povos ciganos nas aulas de Sociologia

Sugerimos que, ao explicar sobre os povos ciganos nas aulas de Sociologia, é necessário desenvolver uma aprendizagem por intermédio de duas etapas: a alfabetização sociológica e o letramento sociológico (Bodart, 2024).

Na etapa da alfabetização sociológica, busque considerar os saberes previamente adquiridos pelos(as) alunos(as) e apresente os conceitos de “cultura”, “identidade” e “etnocentrismo”, a fim de evidenciar a história de resistência, mobilidade e contribuições significativas à diversidade cultural. Realce que a cultura cigana não é estática e que está em constante relação com outras culturas, incentivando que sejam desnaturalizadas as condições de vida dos ciganos, contribuindo para a compreensão dos efeitos das desigualdades sociais que são resultados histórico das relações sociais que estão constantemente em mudança e não são naturais (Bodart, Moraes, Tavares, 2025).

Na etapa seguinte, o letramento sociológico é fundamental para evitar uma abordagem genérica sobre os povos ciganos, reforçando a relevância do saber sociológico. Assim, reflita sobre os impactos das relações de poder sobre os ciganos, buscando historicizar o legado da cultura desse grupo social, que foi marginalizada, estigmatizada e invisibilizada. Para combater o apagamento de saberes ciganos, amplie o repertório dos(as) estudantes apresentando a cultura cigana de forma positiva e desmistificando os estereótipos construídos para discriminar esse grupo. Em suas aulas, aborde a história, a cultura, as tradições e quais são os efeitos da marginalização que essa comunidade enfrenta.

As atividades que podem ser realizadas consistem em dar espaço para as lideranças ciganas falarem sobre as suas vivências com os(as) alunos(as). Nesse sentido, evite tratar os ciganos de forma genérica. Para isso, mostre personalidades ciganas que contribuíram para a cultura, como artistas, poetas e músicos. A cultura cigana é muitas vezes desconhecida. Por meio de filmes, música, dança, arte e leituras ela deve ser promovida, a fim de gerar respeito às diferenças. Para romper com os estereótipos e os preconceitos, pode apresentar algumas notícias de jornais que estigmatizam os ciganos, e promover uma reflexão com os alunos acerca dessas representações e seus impactos no passado e no presente dessa população.

Tais atividades devem buscar ajudar os(as) alunos(as) a compreenderem as redes complexas de interdependência que formam com a sociedade, demonstrando que a estrutura social, com suas hierarquias e sistemas de poder, pode ser uma fonte de discriminação e desigualdade, que moldam os indivíduos que, ao mesmo tempo, são transformados por elas.

Nas aulas de Sociologia, evidencie a capacidade de resistência dos povos ciganos, as estratégias que encontraram para perseverar e se adaptar aos desafios, mantendo sua cultura e identidade diante das perseguições que sofreram. Mostre as diversas formas que ocorre a manifestação dessa resistência. Assim, sugerimos o documentário Terra de ciganos, que explora a cultura e a luta pela preservação da tradição cigana no Brasil.

Ao abordar a cultura cigana de forma positiva e informativa, as aulas de Sociologia podem ser uma aliada na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, onde todos se sintam respeitados e valorizados.

 

Proposta pedagógica sobre povos ciganos

Tema: A luta pela preservação da tradição cigana no Brasil.

Duração: Três aulas de 50 min.

Objetivo geral

-Compreender a importância da preservação da tradição cigana no Brasil

Objetivo específico

– Analisar as contribuições da cultura cigana para a sociedade brasileira

– Desenvolver habilidades críticas e reflexivas sobre a diversidade cultural

– Promover a valorização da diversidade étnico-racial

Recursos

Documentário: CIGANOS: Povo Invisível (produção da Secretaria de Comunicação Social da PGR em parceria com a produtora Chá com Nozes, 2018, Aproximadamente 20 min).

Quadro ou slides para sistematização de conceitos sociológicos.

Metodologia
Primeira aula

-Inicie registrando no quadro as impressões dos (as) estudantes acerca dos povos ciganos.

-Após apresente a cultura cigana e sua importância no Brasil;

– Discussão sobre a diversidade cultural e a importância da preservação das tradições;

– Apresente os conceitos etnocentrismo, estereótipo, estigma, racismo cultural e invisibilização

Inicie a exibição do documentário Ciganos: Povo Invisível. Oriente os(as) estudantes a

anotarem os aspectos que considerarem mais relevantes

Segunda aula

Faça uma roda de conversa para dialogar com os discentes acerca do conteúdo do documentário

  • Quais foram as cenas que mais te chamaram a atenção?
  • A sua impressão acerca dos povos ciganos alterou após assistir o documentário?
  • Como foi possível identificar os impactos da invisibilização dos povos ciganos no documentário?
  • Quais são os direitos não garantidos aos povos ciganos?

Proposta de avaliação

Terceira aula

Divide a sala em grupos para a produção de vídeos em até 5 minutos sobre que ilustram a inviabilização dos povos ciganos.

Objetivos do vídeo

– Refletir sobre as consequências da inviabilização para a comunidade cigana e para a sociedade em geral

– Discutir sobre as formas de combater a exclusão e a discriminação contra os povos ciganos

Algumas perguntas orientadoras para a produção

– Quais são as principais causas da inviabilização dos povos ciganos?

– Quais são as consequências da inviabilização para a comunidade cigana e para a sociedade em geral?

– Como podemos combater a exclusão e a discriminação contra os povos ciganos?

– Qual é o papel da educação e da conscientização na promoção da inclusão e do respeito à diversidade?

Caio dos Santos Tavares, é coautor da obra Questões étnico-raciais nas aulas de Sociologia, escrita em parceria com Cristiano Bodart, Fabio Monteiro de Moraes.

Quer saber mais sobre o tema? Adquira o livro.

Referências

BODART, Cristiano das Neves. O que aprender para ensinar Sociologia. Maceió: Editora Café com Sociologia, 2024.

BODART, Cristiano; MORAES, Fabio Monteiro de; TAVARES, Caio dos Santos. Questões étnico-raciais nas aulas de Sociologia. Maceió: Editora Café com Sociologia, 2025.

FERRARI, Florencia. Ciganos nacionais. Acta Literaria, Concepción, n. 32, p. 79-96, 2006.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva & Guaciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: Lamparina, 2014.

IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Brasileiro de 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2012.

MOONEN, Frans. Anticiganismo: os ciganos na Europa e no Brasil. Juiz de Fora: Centro de Cultura Cigana. 2011.

POUTIGNAT, Philippe; STREIFF-FENAR, Jocelyne. Teorias da etnicidade: seguido de grupos étnicos e suas fronteiras de Fredrik Barth. 2. ed. São Paulo: Ed. Unesp, p. 41, 2011.

SPIVAK, Gayatri. Chakravorty. In Other Worlds: Essays in Cultural Politics. London: Methuen, 1987.

Terra de Ciganos. Direção: Naji Sidki. Brasil, 2024. Classificação indicativa: Livre. 90min.

Como citar este texto:

TAVARES, Caio dos Santos. A invisibilização dos ciganos no Brasil, janeiro. 2026. Disponível em: https://cafecomsociologia.com/invisibilizacao-dos-ciganos-no-brasil/ 

 

Nota:

[1] Licenciado em Ciências Sociais e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Agente de governança Regional da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ) do Ceará. E-mail: [email protected]

 

Questões-étnico-raciais-nas-aulas-de-Sociologia
Questões étnico-raciais nas aulas de Sociologia – AQUI

Cristiano Bodart

Doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Centro de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Pesquisador do tema "ensino de Sociologia". Autor de livros e artigos científicos.

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O blog foi criado por Cristiano Bodart em 27 de fevereiro de 2009. Inicialmente tratava-se de uma espécie de “espaço virtual” para guardar materiais de suas aulas. Na ocasião lecionava em uma escola de ensino público no Estado do Espírito Santo. Em 2012 o Roniel Sampaio Silva, na ocasião do seu ingresso no Instituto Federal, tornou-se administrador do blog e desde então o projeto é mantido pela dupla.

O blog é uma das referências na temática de ensino de Sociologia, sendo acessado também por leitores de outras áreas. Há vários materiais didáticos disponíveis: textos, provas, dinâmicas, podcasts, vídeos, dicas de filme e muito mais.

Em 2019 o blog já havia alcançado a marca de 9 milhões de acessos.

O trabalho do blog foi premiado e reconhecido na 7º Edição do Prêmio Professores do Brasil e conta atualmente com milhares de seguidores nas redes sociais e leitores assíduos.

Seguimos no objetivo de apresentar aos leitores um conteúdo qualificado, tornando os conhecimentos das Ciências Sociais mais acessíveis.

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