Em 1858, os tipógrafos que imprimiam três jornais do Rio de Janeiro, entre eles o Jornal do Commercio, pediram um aumento pequeno. Os patrões enrolaram durante um mês e depois disseram não. Os gráficos pararam o trabalho e, para contar a própria versão da briga, lançaram um jornal deles, o Jornal dos Tipógrafos (PEREIRA, 1947). O episódio costuma abrir os capítulos sobre o sindicalismo no Brasil como a primeira greve registrada no país.
Eu começo por ele nas aulas, mas com uma ressalva. Um ano antes, em 1857, os ganhadores de Salvador, africanos escravizados, libertos e livres, pararam o transporte da cidade durante dias contra uma postura municipal que os obrigava a usar chapas de identificação (REIS, 2019). Começar em 1858 deixa o trabalho negro fora da história.
O tema continua atual. Em 2024, o sindicalismo no Brasil reunia 9,1 milhões de filiados, ou 8,9% das pessoas ocupadas. Em 2012 a taxa era de 16,1% (AGÊNCIA BRASIL, 2025). Entender essa queda exige conhecer o caminho que vai das associações de ajuda mútua ao trabalho por aplicativo.
Neste texto, organizo a história do sindicalismo no Brasil em cinco fases, com apoio de Boito Jr., Rodrigues, Sader e Antunes. Depois explico a reforma de 2017 e a decisão do STF de 2023, mostro os dados do IBGE e fecho com uma atividade para a sala.
O que é sindicalismo e como a Sociologia o estuda
Sindicato é a organização: tem estatuto, diretoria, base territorial e uma categoria que representa. Sindicalismo é o movimento formado pelo conjunto desses sindicatos, com as ideias, as estratégias e as disputas que atravessam a vida deles. Para revisar a definição básica, veja o texto o que é sindicato.
Ricardo Antunes (1980) liga o nascimento dos sindicatos à formação do proletariado industrial. Sozinho, o operário não negocia salário nem jornada. Juntos, os trabalhadores ganham poder de barganha e, às vezes, consciência de classe.
Leôncio Martins Rodrigues (2009) acrescenta um ponto que considero indispensável para ler o sindicalismo no Brasil. Em países de industrialização tardia, os sindicatos não repetiram o modelo europeu, em que a organização operária nasceu ligada a partidos socialistas de massa. Aqui, as entidades tenderam a ficar subordinadas a movimentos populistas e nacionalistas, muitas vezes sob controle do Estado.
Sindicalismo no Brasil em 5 fases: quadro-síntese
Este é o quadro que projeto no início da aula, para a turma não se perder nas datas.
| Fase | Período | Marcos | Características |
|---|---|---|---|
| 1. Origens e anarcossindicalismo | 1857 a 1930 | Greve dos ganhadores (1857), greve dos tipógrafos (1858), 1º Congresso Operário (1906), greve geral (1917) | Sociedades mutualistas, muitos imigrantes, ação direta, autonomia diante do Estado |
| 2. Sindicalismo de Estado | 1930 a 1945 | Ministério do Trabalho (1930), Decreto 19.770 (1931), imposto sindical (1940), CLT (1943) | Reconhecimento oficial, sindicato único por categoria, contribuição obrigatória |
| 3. Período democrático e populista | 1946 a 1964 | Direito de greve na Constituição de 1946, Greve dos 300 mil (1953), CGT (1962) | Greves amplas, aliança com o trabalhismo, estrutura oficial mantida |
| 4. Ditadura e novo sindicalismo | 1964 a 1988 | Intervenções (1964), greve da Scania (1978), fundação da CUT (1983) | Repressão, arrocho salarial, greves no ABC, crítica ao peleguismo |
| 5. Depois de 1988 | 1988 até hoje | Constituição de 1988, Lei das Centrais (2008), reforma trabalhista (2017), decisão do STF (2023) | Liberdade sindical parcial, centrais reconhecidas, fim do desconto automático, queda da filiação |
Origens do sindicalismo no Brasil: anarquistas e a greve de 1917
Quando surgiu o sindicalismo no Brasil?
Não há uma data única para o início do sindicalismo no Brasil. Antes dos sindicatos vieram as sociedades de auxílio mútuo, caixas mantidas pelos trabalhadores para pagar enterro, remédio e ajuda em caso de acidente. As primeiras leis sobre sindicatos são de 1903, para o campo, e de 1907, para as cidades, quando a indústria de São Paulo e do Rio crescia com mão de obra imigrante.
Muitos imigrantes trouxeram as ideias anarquistas. O 1º Congresso Operário Brasileiro, reunido no Rio de Janeiro entre 15 e 22 de abril de 1906, aprovou a linha do sindicalismo revolucionário: neutralidade diante dos partidos, federalismo, ação direta e greve geral. Dali saiu a Confederação Operária Brasileira, que funcionou a partir de 1908. Veja também o que é anarquismo e o livro Mulheres anarquistas.
O ponto alto desse primeiro sindicalismo no Brasil foi a greve geral de 1917, em São Paulo. Ela começou no fim de junho no Cotonifício Crespi, fábrica têxtil da Mooca com cerca de 1.500 operários. Em julho, a polícia matou o sapateiro espanhol José Gimenez Martinez, jovem militante anarquista, e a paralisação tomou a cidade. Entre 14 e 16 de julho, vários empresários assinaram acordos que aceitavam as reivindicações (GREVE…, [20–]). O governo respondeu com repressão e com a expulsão de militantes estrangeiros, apoiada na Lei Adolfo Gordo, de 1907.
Era Vargas: o nascimento do sindicalismo de Estado
Getúlio Vargas mudou a relação entre governo e operários. Em 26 de novembro de 1930 criou o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. Em 19 de março de 1931, o Decreto 19.770 obrigou os sindicatos a se registrar no novo ministério e impôs limites à organização deles em troca do reconhecimento oficial. O imposto sindical, criado em 1940, descontava um dia de salário por ano de todo trabalhador, filiado ou não, e a CLT, de 1943, reuniu as regras num código só.
Armando Boito Jr. (1991) chama esse arranjo de sindicalismo de Estado, a marca mais duradoura do sindicalismo no Brasil. Ele aponta três peças que se sustentam mutuamente:
- investidura: o sindicato só negocia em nome da categoria se o Estado o reconhecer;
- unicidade: só pode existir um sindicato por categoria na mesma base territorial;
- contribuição compulsória: a lei garante receita ao sindicato, cobrada de toda a categoria.
Para Boito, a investidura é a base das outras duas. Numa entrevista de 2012, ele resumiu o efeito do conjunto: a estrutura “integra o sindicato ao Estado e, num mesmo movimento, afasta-o dos trabalhadores” (BOITO JR., 2012). Um sindicato com receita garantida e monopólio da representação não precisa convencer ninguém a se filiar.
O que é peleguismo?
Pelego é a manta de pele de carneiro que fica entre a sela e o lombo do cavalo e amacia o contato. O apelido passou a nomear o dirigente sindical que amortece o conflito entre patrões e empregados, em geral mais atento ao governo do que à base. A figura nasce do arranjo dos anos 1930. Décadas depois, a crítica ao peleguismo virou bandeira do novo sindicalismo, mas a palavra continua viva no vocabulário do sindicalismo no Brasil.
De 1946 a 1964: greves e populismo
Com o fim do Estado Novo, a Constituição de 1946 reconheceu o direito de greve, mas a estrutura oficial ficou de pé. Mesmo assim, o sindicalismo no Brasil cresceu. Em 1953, a Greve dos 300 mil parou fábricas em São Paulo, e em 1962 as direções sindicais criaram o Comando Geral dos Trabalhadores (CGT), que a lei não previa. Francisco Weffort (1980) leu o período pela lente do populismo: líderes políticos ofereciam direitos e reconhecimento às massas urbanas e, em troca, ganhavam apoio sem perder o controle sobre elas.
Ditadura e novo sindicalismo no ABC paulista
O golpe de 1964 atingiu o sindicalismo no Brasil nos primeiros dias. O governo interveio em centenas de entidades, cassou dirigentes e, em junho, aprovou a Lei 4.330, que tornava quase impossível uma greve legal. Veio junto o arrocho salarial. O contexto político está no texto sobre a ditadura militar no Brasil.
O que foi o novo sindicalismo?
Em 12 de maio de 1978, cerca de 1.600 operários da Saab-Scania, em São Bernardo do Campo, entraram na fábrica e cruzaram os braços diante das máquinas (MUNAKATA, 2022). A paralisação se espalhou para outras fábricas e categorias. Em março de 1979, milhares de metalúrgicos lotaram o Estádio de Vila Euclides numa assembleia sem palanque. Em 1980, o governo interveio no sindicato de São Bernardo, e Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente da entidade, passou 31 dias preso com outros diretores.
Foi a grande virada do sindicalismo no Brasil depois de 1964. O movimento apostava na organização dentro da fábrica, na negociação direta com as empresas e na recusa da tutela do Ministério do Trabalho. Eder Sader (1988) mostrou que esses operários não eram só uma categoria reagindo a salários baixos. Eles se apoiavam em redes de bairro, comunidades eclesiais de base e clubes de mães, e criaram uma linguagem própria para falar de direitos. Daí o título do livro: Quando novos personagens entraram em cena.
Desse movimento nasceu a Central Única dos Trabalhadores, fundada em 28 de agosto de 1983, no galpão dos antigos estúdios Vera Cruz, em São Bernardo, durante o 1º Congresso Nacional da Classe Trabalhadora (PINTO, 2026). No vídeo abaixo, da Rede TVT, o historiador Samuel Fernando de Souza, professor da Escola Dieese, conta a trajetória do sindicalismo no Brasil.
Constituição de 1988, reforma trabalhista e STF
A Constituição de 1988 proibiu o poder público de interferir e intervir na organização sindical (art. 8º, I). Foi um avanço real. Só que o mesmo artigo manteve a unicidade (inciso II) e preservou a contribuição prevista em lei (inciso IV). O sindicalismo no Brasil ficou num meio-termo: a liberdade de fundar e dirigir sindicatos cresceu, e a estrutura herdada de Vargas continuou no lugar. Por causa da unicidade, o país nunca ratificou a Convenção 87 da OIT, sobre liberdade sindical.
Nos anos 1990 vieram a abertura comercial, as privatizações e a terceirização, marcas do neoliberalismo. Antunes (1999) descreve uma classe trabalhadora mais fragmentada e precarizada, mais difícil de organizar. Em 2008, a Lei 11.648 reconheceu as centrais sindicais, como CUT e Força Sindical.
O que mudou com a reforma trabalhista de 2017?
A Lei 13.467, de 13 de julho de 2017, mexeu no coração do modelo que sustentava o sindicalismo no Brasil desde Vargas. Pela nova redação dos artigos 578 e 579 da CLT, o desconto da contribuição sindical passou a depender de autorização “prévia e expressa” do trabalhador (BRASIL, 2017). A lei também ampliou os temas em que o negociado prevalece sobre o legislado. Os principais pontos estão no post sobre as mudanças na CLT.
A mudança cortou a principal fonte de receita do sindicalismo no Brasil. Em 2023, o STF fixou, no Tema 935, que acordos e convenções coletivas podem instituir contribuição assistencial cobrada de toda a categoria, inclusive de quem não é filiado, desde que o trabalhador tenha direito de oposição (CONEXÃO TRABALHO, 2023). Isso não ressuscitou o imposto sindical: é outra contribuição, aprovada em negociação coletiva, e o trabalhador pode recusá-la.
Sindicalismo no Brasil hoje: o que dizem os dados do IBGE
Os números da PNAD Contínua mostram a queda e uma retomada tímida:
| Ano | 2012 | 2015 | 2017 | 2018 | 2019 | 2022 | 2023 | 2024 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Taxa (%) | 16,1 | 15,7 | 14,2 | 12,4 | 11,0 | 9,2 | 8,4 | 8,9 |
O tombo maior vem logo depois da reforma: de 2017 para 2018, a taxa caiu de 14,2% para 12,4%. Em 2024, depois de anos de queda, o sindicalismo no Brasil voltou a ganhar filiados, 812 mil a mais que em 2023. Mesmo assim, são 9,1 milhões contra 14,4 milhões em 2012.
O recorte por vínculo mostra onde o sindicalismo no Brasil ainda tem força. No setor público, 18,9% dos ocupados são sindicalizados. Entre empregados com carteira, 11,2%. Entre quem trabalha por conta própria, 5,1%, e entre empregados sem carteira, só 3,8%. Por setor, administração pública, educação e saúde lideram com 15,5%, e os serviços domésticos ficam no fim da fila, com 2,6% (AGÊNCIA BRASIL, 2025).

Por que a sindicalização caiu?
Não há uma causa única para o recuo do sindicalismo no Brasil. Em aula, apresento quatro, que se reforçam. O fim do desconto automático tirou recursos. A terceirização separou categorias que antes dividiam o mesmo chão de fábrica. O trabalho por conta própria e por plataforma dissolve o vínculo de emprego, base do sindicato. E muitos trabalhadores veem a entidade como aparelho burocrático e distante, herança da estrutura de Vargas.
O terceiro fator é o mais novo. Entregadores e motoristas organizam paralisações, os breques, fora da estrutura oficial, porque não têm sindicato de categoria definido. Antunes (2018) trata esse cenário como parte de uma nova morfologia do trabalho, marcada pela informalidade e pela uberização do trabalho (veja também economia de bicos). E a pauta da jornada, a mesma de 1917, voltou a mobilizar gente na campanha pelo fim da escala 6×1.
Quando olho para essa história inteira, vejo um dilema que volta em cada fase: escolher entre a proteção oferecida pelo Estado e a autonomia para se organizar do próprio jeito. Os anarquistas de 1906 recusaram a tutela. Os sindicatos da Era Vargas aceitaram. O novo sindicalismo tentou romper com ela por dentro. O desafio do sindicalismo no Brasil agora é outro, porque uma parte grande de quem trabalha nem chega a entrar na estrutura.
Atividade: sindicalismo no Brasil em sala de aula
Indicação: 2º e 3º anos do ensino médio. Duração: duas aulas de 50 minutos.
Parte 1, leitura de dados (15 minutos). Projete a Tabela 1 e peça que a turma responda no caderno: em que intervalo aparece a maior queda da taxa de sindicalização, e que lei entrou em vigor pouco antes? Por que trabalhadores sem carteira se sindicalizam menos (3,8%) que servidores públicos (18,9%)?
Parte 2, pesquisa em grupos (uma aula). Divida a turma em cinco grupos, um para cada fase do sindicalismo no Brasil do Quadro 1. Em livros, jornais, revistas e sites confiáveis, cada grupo pesquisa uma greve marcante do período, a relação dos sindicatos com o Estado e uma conquista ou derrota. A entrega pode ser relatório escrito ou exposição oral de cinco minutos.
Parte 3, questão no estilo ENEM. A estrutura do sindicalismo no Brasil montada nos anos 1930 combinava reconhecimento oficial pelo Ministério do Trabalho, sindicato único por categoria e contribuição obrigatória. Segundo Boito Jr. (1991), esse modelo:
a) garantiu autonomia plena aos sindicatos diante do Estado.
b) aproximou o sindicato do Estado e o afastou da base de trabalhadores.
c) foi abolido por completo pela Constituição de 1988.
d) surgiu por iniciativa dos anarquistas do Congresso Operário de 1906.
e) proibiu a cobrança de qualquer contribuição dos trabalhadores.
Gabarito: b. A Constituição de 1988 manteve a unicidade (por isso a c está errada), e os anarquistas defendiam a autonomia diante do Estado (o que elimina a d).
Parte 4, debate. Se o acordo coletivo vale para todos da categoria, quem não é filiado deve ajudar a financiar o sindicalismo no Brasil? Parta da decisão do STF de 2023 e peça argumentos dos dois lados.
Referências
AGÊNCIA BRASIL. Número de sindicalizados no Brasil para de cair e chega a 9,1 milhões. Agência Brasil, Rio de Janeiro, 19 nov. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/numero-de-sindicalizados-no-brasil-para-de-cair-e-chega-91-milhoes. Acesso em: 16 out. 2026.
ANTUNES, Ricardo. O que é sindicalismo. São Paulo: Brasiliense, 1980. (Coleção Primeiros Passos).
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo, 1999.
ANTUNES, Ricardo. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo, 2018.
BOITO JR., Armando. O sindicalismo de Estado no Brasil: uma análise crítica da estrutura sindical. Campinas: Editora da Unicamp; São Paulo: Hucitec, 1991.
BOITO JR., Armando. A situação do sindicalismo no Brasil. [Entrevista concedida ao jornal Voz Operária]. Instituto Humanitas Unisinos, São Leopoldo, 20 nov. 2012. Disponível em: https://ihu.unisinos.br/noticias/515628-a-situacao-do-sindicalismo-no-brasil-entrevista-com-armando-boito-junior. Acesso em: 16 out. 2026.
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988.
BRASIL. Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017. Altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 14 jul. 2017. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13467.htm. Acesso em: 16 out. 2026.
CONEXÃO TRABALHO. STF: contribuição assistencial pode ser imposta a todos os empregados, desde que garantido o direito de oposição. Portal da Indústria, Brasília, 8 nov. 2023. Disponível em: https://conexaotrabalho.portaldaindustria.com.br/noticias/detalhe/sindical/2geral/stf-contribuicao-assistencial-pode-ser-imposta-todos-os-empregados-desde-que-garantido-o-direito-de-oposicao/. Acesso em: 16 out. 2026.
GREVE Geral de 1917: o que foi, as principais características e causas. Toda Matéria, [20–]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/greve-geral-de-1917/. Acesso em: 16 out. 2026.
MUNAKATA, Kazumi. Novo sindicalismo. Fundação Perseu Abramo, São Paulo, 7 fev. 2022. Disponível em: https://fpabramo.org.br/novo-sindicalismo/. Acesso em: 16 out. 2026.
PEREIRA, Astrojildo. A imprensa operária no Brasil. 1947. Disponível em: https://www.marxists.org/portugues/astrojildo/1947/07/imprensa.htm. Acesso em: 16 out. 2026.
PINTO, Walber. CUT completa 43 anos: central nasceu da luta e da organização da classe trabalhadora. CUT, São Paulo, 2026. Disponível em: https://www.cut.org.br/noticias/cut-completa-43-anos-central-nasceu-da-luta-e-da-organizacao-da-classe-trabalhad-eb87. Acesso em: 16 out. 2026.
REIS, João José. Ganhadores: a greve negra de 1857 na Bahia. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
RODRIGUES, Leôncio Martins. Trabalhadores, sindicatos e industrialização. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2009. Disponível em: https://books.scielo.org/id/5y76v. Acesso em: 16 out. 2026.
SADER, Eder. Quando novos personagens entraram em cena: experiências, falas e lutas dos trabalhadores da Grande São Paulo (1970-1980). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
WEFFORT, Francisco C. O populismo na política brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.


